febrero 22, 2007

.i think we.re all ready.

carol diz que eu não tenho o que superar. e que continuar de coração cheio não me ajuda em nada.
[não poderia concordar mais].

mas tudo se vira contra mim quando penso na praia. na escuridão imensa. no vento bagunçando o cabelo. e na maldita sensação de segurança de quando você me abraçou.

i.m not going back to the assholes that made me the perfect display of random acts of hopelessness.
i wish i could stay here but i think we.re all ready.


esses dias caí no meio de uma epifania bizarra. em um quarto diferente do que costumava ser, apesar de continuar sendo o mesmo. com as mesmas pessoas. com o mesmo jogo. com a mesma música.

e não importa quão crescida você pareça ao chegar de uma jornada trabalho + faculdade com unhas pintadas de vermelho e um piercing que ninguém tinha visto. nada importa porque no fundo... todos são tão crianças quanto antes. com piadas piores. e vidas mais medíocres.

a sensação de pertencer, que um dia existiu, desapareceu.
eu sempre acreditei que para tudo havia um ponto de restauração, como no windows.
não é assim. não na vida real.

o blogger tá aqui sugerindo que eu coloque "patinetes" como tag para uma postagem. sou meio contra tags. nada pessoal. só não acho esteticamente bonito. [será que isso é redundante?]. então... ainda assim se eu fosse 'marcar' toda besteira minha acho que colocaria palavras como "exorbitante" ou "infindável" e em seguida colocaria "vida".

onde quer que você esteja.
aqui ou congelando sob a neve na sibéria.
eu sinto muito forte tudo ainda.
eu li que os personagens masculinos do charlie kaufman têm atitudes femininas, como o joel e tudo que ele escreve no diário. soa familiar?

you said "so go" with such disdain, you know?

randomica |
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